O GPR, mais conhecido no Brasil como Georadar, localiza tubulações não metálicas em solos e estruturas geológicas por meio de ondas eletromagnéticas.
Antes das escavações, muitas vezes, pela diversidade de redes de infraestrutura subterrânea, é necessário realizar o mapeamento do que há no solo. Para isso, entra em cena o Georadar, também conhecido como GPR. Trata-se de um equipamento eletrônico com capacidade de investigar terrenos e materiais com precisão por meio da reflexão de ondas eletromagnéticas produzidas pelo sistema.
A função principal do GPR é descobrir objetos enterrados no subsolo como: tubos metálicos e não metálicos, esgotos, cabos, dutos de cabos, espaços vazios, fundações, reforço de aço no concreto, entre outros.
A grande vantagem desse equipamento em relação a outras tecnologias é justamente a capacidade de detectar estruturas enterradas não detectáveis por outros aparelhos do gênero como tubulações não metálicas, PVC, fibra óptica, concreto, ferro fundido e aço.
Os georadares com melhor penetração no solo são utilizados em estruturas geofísicas, leitos rochosos, estratificação do solo e grutas, onde a frequência eletromagnética é maior que possibilitam melhor resolução, mas com menor alcance de profundidade. As frequências com resoluções mais elevadas variam entre 400 e 2500 MHZ, enquanto a pior definição alterna entre 10 e 200MHZ.
A escolha da antena é baseada, essencialmente, em função das dimensões e profundidade dos objetos refletores, além dos parâmetros elétricos do terreno, se houver uma tubulação enterrada no momento em que o solo é scaneado, aparecerá uma imagem em forma de parábola, exatamente onde está o objeto e a penetração da onda eletromagnética é apresentada na forma de um cone.
No entanto em rochas com materiais argilosos, a dificuldade de atuação do GPR é maior, pois a detecção de qualquer material que não tenha contraste eletromagnético é um pouco mais complicada, mas ele consegue encontrar. Pode ocorrer um erro de profundidade também. Mas quem contrata o serviço, deve estar ciente desta possível variável limitante.
Em locais onde ocorrem materiais de baixa condutividade, o sinal de radar pode atingir profundidades superiores a 50 metros. Por outro lado, argilas condutivas e água, podem reduzir sensivelmente a penetração do sinal de radar a profundidades inferiores a 1 metro.
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Colaboração: Jorge Dequech e Maximiliano Simão
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